Monday, June 28, 2004

Ai Ai...séculos se passaram até q "alguém" criei vergonha e escrevi nesse blog abandonado...=P
*De onde veio tanto drama?!?! haUHAUHuahUAHauhAUhauHAUa
Achu q foi o caldo do São João...q por sinal, deu o q falar...e vai ficar marcado!! ADOREI. =)...teve de td q der pra imaginar na vida hehehe =D
Vô deixar os bejitos pra todo mundo q tava lá naquele albergue né?!?! uehauehauheauehauehauea =*******************´s

E vo colocandu dois emails q recebi de uma pessoinha q tá me deixando num misto de preocupação, raiva, tristeza, culpa...
Anyway...como naum sabia ql dos dois colocar e como nem Deus é mais capaz de prever qdo vou postar alguma coisa de novo =P Vai os dois...
Pq aprender sempre vai valer a pena...
E pq morrer é, de fato, uma grande alternativa pra continuar a andar pra frente...=)

E eu só digo uma coisa...eu num digo mais nada.
hahahahaahhhahahahhaha =P~


Você sabe amar?

Eu estou aprendendo.
Estou aprendendo a aceitar as pessoas,
Mesmo quando elas me desapontam,
Quando fogem do ideal que tenho para elas,
Quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas.
Estou aprendendo a amar.
Estou aprendendo a escutar,
Escutar com os olhos e ouvidos,
Escutar com a alma
E com todos os sentidos.
Escutar o que diz o coração,
O que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras
Corriqueiras, superficiais;
Descobrir a angústia disfarçada,
A insegurança mascarada,
A solidão encoberta.
Penetrar o sorriso fingido,
A alegria simulada, a vangloria exagerada.
Descobrir a dor de cada coração.
Aos poucos, estou aprendendo a amar.
Passo a passo,
Estou aprendendo a perdoar, a amar .
Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra
Dentro de cada vida, de todas as vidas,
Valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão,
Carinho e aceitação, pelas experiências duras
Vividas ao longo dos anos,
Estou aprendendo a ver,
Nas pessoas a sua alma,
Estou aprendendo,
Mas como é lenta a aprendizagem !
Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo...


~x~

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo...
Há dores que sinceramente eu não resolvo
Há nós que não dissolvo
que vem no mesmo malote das coisas queridas
em dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas
Há porradas que não têm saída
há um monte de ''não era isso que eu queria''
Outro dia, acabei de morrer depois de uma crise sobre o tema existencialismo ideologia e inflação...
sem cor, sem fala, passaporte sem mala, com destino de nada
[...]
A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida, ensaiar mil vezes a séria despedida, a morte real do gastamento do corpo, a coisa mal resolvida daquela morte florida,
cheia de pêsames nos ombros dos parentes chorosos, que eu já tô ficando especialista em renascimento
Hoje, praticamente, eu morro quando quero: às vezes só porque não foi um bom desfecho ou porque eu não concordo
Ou uma bela puxada no tapete
ou porque eu mesmo me enrolo
Não dá outra: tiro o chinelo...
E dou uma morrida.
Não atendo telefone, campainha...
Fico aí camisolenta em estado de éter
nem zangada, nem histérica, nem puta da vida
[...]
Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa, não tem aquela ansiedade para entrar em cena
É uma espécie de venda, uma espécie de encomenda que a gente faz pra ter depois um produto de maior resistência
onde a gente se encolhe pra nascer de novo...
onde a gente se recolhe (e quem não assume nega) e fica feito a justiça: cega
Depois acorda bela... corta os cabelos... muda a maquiagem... reinventa modelos... reencontra os amigos que fazem a velha e merecida pergunta ao teu eu: ''Onde cê tava?
tava sumida, morreu?''
E a gente com aquela cara de fantasma moderno, de ex-persona falida:
- Não, tava só deprimida.

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